O Amor é o vento estupendo
que quase ao corpo suspendo,
quando a Alma fica
praticamente a levitar.
[É a asa do anjo
que nasce em nós,
pena por pena,
quando não nos sentimos
mais tão sós]
O amar é esse abrir
de asas que simula o voar.
Só com a Paixão
ainda me surpreendo,
e seu raso planar.
José Antonio Klaes Roig
Observação 1: Poema acima de minha autoria, escrito em 25/08/19 e protegido pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, fotografia de minha autoria.

Comentários