Nós jamais nos demos nós,
apenas fizemos um terno
e eterno laço.
Nós (nas gravatas) apertam,
laços (feito borboletas) abraçam.
Ternos podem ser os nós,
eternos serão sempre os abraços.
José Antonio Klaes Roig
Observação 1: Poema acima de minha autoria, escrito em 28/12/2015 e protegida pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, encontrada na internet, no endereço abaixo:
http://papeldemulher.spaceblog.com.br/1741367/Nos-e-Lacos-Entenda-onde-esta-a-diferenca-entre-Paixao-e-Amor/

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