E o menino,
entre luzes e vultos,
sentia-se como estrangeiro
naquele mundo povoado
por adultos, cultos.
Ocultos de si mesmos,
como um culto secreto,
estavam todos os sonhos
daquele pequeno passageiro,
breve mensageiro
que um dia me habitou.
Só não consegue viajar no tempo,
vez em quando,
mesmo que em pranto,
ou por encanto,
quem jamais amou...
José Antonio Klaes Roig
Observação 1: Poema acima de minha autoria, escrito em 13/09/2014 e protegido pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, encontrada na internet.
Observação 3: Poema feito ao som de Golden Leaves (Folhas douradas, aqui tradução), de Passenger, videoclipe abaixo:

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