Abrigo



O amor é abrigo na tempestade.
Na calmaria, a serviço de sua majestade.
Ora, a porção que nos resta,
ora, a poção que nos empresta aquele brilho no olhar...

O amor é o amigo que nos resta.
Na velhice, o companheiro em qualquer idade.
Ora, o sol que passa pela fresta,
ora, a festa que ilumina toda a cidade.

O amor é a mais próxima expressão da verdade.
Na sua companhia, o que mais nos aproxima da felicidade.
Ora, sonho que nos desperta de nós mesmos,
ora, vigília que nos alerta de vivermos a esmo.

Ah, brigo por amor, sim, e pela liberdade
de ser soberano de teus caminhos
e súdito de minha mocidade...

José Antonio Klaes Roig

Observação 1: Poema acima, de minha autoria, escrito em 27/09/2012 e protegido pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, extraída da internet, do endereço abaixo:
http://viveremfesta.blogspot.com.br/2011/06/suposto-abrigo.html

Comentários

Milene Lima disse…
Olá.

Uma amiga acabou de me mostrar um poema seu, no Facebook, então eu exigi dela o endereço de onde havia encontrado, quis conhecer de imediato o seu espaço.

Versos lindos você tem.
Versos verdadeiros.
Comovida...

Abraços.
Oi, Milene. Que bom que gostou... o controlverso é um local para experimentações,e alguns desses poemas tenho feito online e em tempo real no facebook, e depois publicado aqui. Fico agradecido pela mensagem. Um abraço, amiga.