Sou um estranho.
Estrangeiro em minha terra,
em minha casa, em meu corpo
até em minh'alma.
Estranho esse estrangeiro,
passageiro de minhas memórias,
cúmplice de minhas histórias.
Que disseca minhas entranhas,
destranca minhas entradas,
constroi minhas estradas,
destaca minhas estadas,
retira minhas estacas...
No teu espelho convexo
procuro meu nexo,
em teu sexo,
mais que o corpo
é a alma gêmea de si mesmo...
Sou um estranho
até para mim,
sou uma flor misteriosa
em meu próprio jardim.
Sou estranho.
Soou estranho esse poema,
até para mim...
José Antonio Klaes Roig
Observação 1: Poema acima, de minha autoria, escritor em 09/05/2012 e protegido pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, colagem antiga de minha autoria, a partir de recortes de revistas, usando apenas tesoura e cola bastão e digitalizando o resultado para o computador.
Estrangeiro em minha terra,
em minha casa, em meu corpo
até em minh'alma.
Estranho esse estrangeiro,
passageiro de minhas memórias,
cúmplice de minhas histórias.
Que disseca minhas entranhas,
destranca minhas entradas,
constroi minhas estradas,
destaca minhas estadas,
retira minhas estacas...
No teu espelho convexo
procuro meu nexo,
em teu sexo,
mais que o corpo
é a alma gêmea de si mesmo...
Sou um estranho
até para mim,
sou uma flor misteriosa
em meu próprio jardim.
Sou estranho.
Soou estranho esse poema,
até para mim...
José Antonio Klaes Roig
Observação 1: Poema acima, de minha autoria, escritor em 09/05/2012 e protegido pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, colagem antiga de minha autoria, a partir de recortes de revistas, usando apenas tesoura e cola bastão e digitalizando o resultado para o computador.

Comentários