Pequena alma,
Alma terna
Que me torna um gigante...
Grande alma,
Alma da terra
Que me torna um pigmeu...
Alma terna, materna,
Mãe e céu...
Mãe do Céu, Mãe de Deus...
Mãe da Terra e de todos os homens,
No mar, na terra, no ar...
Meu mundo sou eu,
Meu mundo é o teu,
Meu mundo é meu e teu,
Alm’aterna, alma materna,
Pequeno mundo pequeno
Que me faz imensamente feliz.
Não fui eu nem você quem quis;
Quis sim, o destino rondar nossos caminhos,
Transformar gigantes em moinhos,
Mudar traçados, redescobrir sentidos e sensações,
Reescrever primaveras e verões...
Não importa quantas sejam as versões,
Sempre existirá para cada uma,
Também uma alm’aterna, n’alguma estação,
Nos dando mais auxílio do que senões,
Mais confiança do que sermões...
Razão de mãos dadas com o coração...
Alm’aterna, alma materna, alma da terra,
Mãe de todos que amam,
Independente do sim ou não...
José Antonio Klaes Roig
Observação 1: Poema acima, de minha autoria, escrito em 01/05/2012 e protegido pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, colagem antiga de minha autoria, feita a partir de recortes de revistas, usando apenas tesoura e cola bastão e digitalizando o resultado para o computador.

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