
Ninguém ama igual a mim mesmo,
Ninguém ama assim mesmo,
Nem mesmo eu amo assim a esmo.
Ninguém me ama igual a mim mesmo,
Nem mesmo tu...
Ninguém ama ninguém, do mesmo jeito,
Cada um tem o seu próprio jeito de amar...
O Amor é algo único e sensível, intransferível,
cada um ama ao seu modo, tempo e espaço,
Eu faço de meu amor a finalidade do meu viver
E jamais o seu pretexto...
Atesto isso a cada dia e noite
Que sinto, meu amor, teu perfume em mim.
Ninguém ama ninguém, como eu a ti,
Flor delicada em meu jardim...
José Antonio Klaes Roig
Observação 1: Poema acima, de minha autoria, escrito em 09/07/2011 e protegido pela lei de direitos autorais.
Observação 2: Imagem acima, quadro intitulado A Capelinha, de autoria de meu pai, o artista plástico José Américo Roig, mais conhecido por Zeméco (1934-2011),
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