
Um rasgo de boca
Num rasgo de céu.
E a palavra voa na constelação
De vogais e consoantes.
Nunca somos como antes
Depois que esbarramos na louca paixão.
Os amantes vêem estrelas
No céu da boca e na lua de mel.
Fronteiras abertas pra mentes fechadas
Eis nossa civilização...
Páginas tantas a serem lidas
Tantas páginas a serem escritas,
Nenhuma palavra capaz de traduzir
O que deixou de ser dito.
O peixe virou cruz,
A luz queimou a escuridão.
Nas feridas de Cristo
Encontro a minha salvação.
O escritor pensa e escreve
E a personagem criada por ele
Á sua imagem e semelhança
Pensa que pensa, se atreve,
Mas é o destino que os prensa
Em páginas diárias, espiraladas,
Sejam criaturas ou criadores...
Nada pode mudar o que já aconteceu.
No terreno pantanoso do amor
Há um caminho sem volta
Quando mais se anda, mais se afunda,
Afogados no próprio amor...
Davi derrotou Golias com pedra e funda
Mais adiante uma nação inteira fundou...
Um gigante pode um dia perder a cabeça
Pela fiada adaga de uma deusa anã, pagã...
A cada manhã será que acordamos do sonho
Ou noutro afundamos lentamente,
Sem jamais saber se voltamos à tona?
Desconhecendo se é fundo de céu
Ou fundo de mar, o náufrago
Busca no farol de estrelas a sua salvação...
O enigma da esfinge
É para o palhaço travestido de mágico
Ora milagre, ora pura prestidigitação...
Num rasgo de céu.
E a palavra voa na constelação
De vogais e consoantes.
Nunca somos como antes
Depois que esbarramos na louca paixão.
Os amantes vêem estrelas
No céu da boca e na lua de mel.
Fronteiras abertas pra mentes fechadas
Eis nossa civilização...
Páginas tantas a serem lidas
Tantas páginas a serem escritas,
Nenhuma palavra capaz de traduzir
O que deixou de ser dito.
O peixe virou cruz,
A luz queimou a escuridão.
Nas feridas de Cristo
Encontro a minha salvação.
O escritor pensa e escreve
E a personagem criada por ele
Á sua imagem e semelhança
Pensa que pensa, se atreve,
Mas é o destino que os prensa
Em páginas diárias, espiraladas,
Sejam criaturas ou criadores...
Nada pode mudar o que já aconteceu.
No terreno pantanoso do amor
Há um caminho sem volta
Quando mais se anda, mais se afunda,
Afogados no próprio amor...
Davi derrotou Golias com pedra e funda
Mais adiante uma nação inteira fundou...
Um gigante pode um dia perder a cabeça
Pela fiada adaga de uma deusa anã, pagã...
A cada manhã será que acordamos do sonho
Ou noutro afundamos lentamente,
Sem jamais saber se voltamos à tona?
Desconhecendo se é fundo de céu
Ou fundo de mar, o náufrago
Busca no farol de estrelas a sua salvação...
O enigma da esfinge
É para o palhaço travestido de mágico
Ora milagre, ora pura prestidigitação...
Observação: colagem de minha autoria.
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