
Um braço, um abraço
Na cama, na lama
No mar tenebroso do amor.
Em movimentos ritmados,
Enlaçados, instintos distantes
Navegam nas ondas do prazer.
Um braço, dois braços
E o cansaço nos abraça,
A brasa incendeia a flor.
Sedes de quereres saciados,
Sobre as cinzas restantes,
Silenciam esquecidos da dor.
Um braço, um abraço
Braçadas fortes em lençol d’água,
Dois corpos no mesmo compasso
Um passo, dois braços, um salto
E o sol muda de cor.
Na cama, na lama
No mar tenebroso do amor.
Em movimentos ritmados,
Enlaçados, instintos distantes
Navegam nas ondas do prazer.
Um braço, dois braços
E o cansaço nos abraça,
A brasa incendeia a flor.
Sedes de quereres saciados,
Sobre as cinzas restantes,
Silenciam esquecidos da dor.
Um braço, um abraço
Braçadas fortes em lençol d’água,
Dois corpos no mesmo compasso
Um passo, dois braços, um salto
E o sol muda de cor.
Observação 1: Poema feito à quatro mãos, via internet, em 11/08/2003, entre mim, José Antonio Klaes Roig, morador de Rio Grande-RS (versos ímpares), integrante na Casa do Poeta Brasileiro-Cassino/Rio Grande e Regina Sant'Anna, moradora do Rio de Janeiro-RJ (versos pares, em itálico), integrante da Caprj- Casa do Poeta Rio de Janeiro. Ambos os poetas se conheceram e ainda se conhecem apenas pela internet. Dessa parceria virtual, surgiram de 2003 a 2004, 11 poemas. Poema acima escrito, em 11/08/2003, via e-mails, em Rio Grande-RS e Rio de Janeiro-RJ.
Observação 2: Colagem de autoria de José Roig.
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