
Quero poder saber
A medida do possível,
Viver entre o reflexo no espelho
E a contraface da razão
E não me cortar nos estilhaços do tempo
Em eterno movimento e contradição...
Quero saber distinguir por um momento:
Entre o fictício e o imaginário.
O peixe e o aquário, a imitação e a ilusão,
O céu e o mar, o amor e a paixão...
Entre o retrato e o espelho,
O mundo do jovem e do velho,
Existe um universo mágico
Onde um poeta vive em eterna contemplação...
Uma vida entre parênteses,
Uma vida entre parentes,
Entre quatro paredes a vida segue...
Se o sonho voa, o pássaro ainda canta na prisão.
Como seguir pela via inexplorada
Romper o círculo fechado
Fugir da transparente bolha de sabão?
O dia fecunda a manhã,
A noite inaugura o sonho,
O sono é a igreja sem religião.
Entre o sagrado e o profano
Há muito sangue, suor, crucifixão...
A palavra falada
Na alma calada:
Alicerce sem sustentação.
A palavra escrita
Na calma proscrita:
Andaime, elevação.
A palavra impressa,
Água inundando a represa
Barco fugindo da arrebentação...
A palavra lida,
Do leitor a boa acolhida,
O peixe iludindo o pescador
A palavra vivida,
A parede erguida,
A reestruturação da vida,
A restauração do amor.
Nas ruínas do tempo
Há sempre um universo
À espera de reconstrução.
Um verso faz da palavra solta
Um pombo-correio: anunciação...
José Antonio Klaes Roig
Observação: Colagem acim de minha autoria.
A medida do possível,
Viver entre o reflexo no espelho
E a contraface da razão
E não me cortar nos estilhaços do tempo
Em eterno movimento e contradição...
Quero saber distinguir por um momento:
Entre o fictício e o imaginário.
O peixe e o aquário, a imitação e a ilusão,
O céu e o mar, o amor e a paixão...
Entre o retrato e o espelho,
O mundo do jovem e do velho,
Existe um universo mágico
Onde um poeta vive em eterna contemplação...
Uma vida entre parênteses,
Uma vida entre parentes,
Entre quatro paredes a vida segue...
Se o sonho voa, o pássaro ainda canta na prisão.
Como seguir pela via inexplorada
Romper o círculo fechado
Fugir da transparente bolha de sabão?
O dia fecunda a manhã,
A noite inaugura o sonho,
O sono é a igreja sem religião.
Entre o sagrado e o profano
Há muito sangue, suor, crucifixão...
A palavra falada
Na alma calada:
Alicerce sem sustentação.
A palavra escrita
Na calma proscrita:
Andaime, elevação.
A palavra impressa,
Água inundando a represa
Barco fugindo da arrebentação...
A palavra lida,
Do leitor a boa acolhida,
O peixe iludindo o pescador
A palavra vivida,
A parede erguida,
A reestruturação da vida,
A restauração do amor.
Nas ruínas do tempo
Há sempre um universo
À espera de reconstrução.
Um verso faz da palavra solta
Um pombo-correio: anunciação...
José Antonio Klaes Roig
Observação: Colagem acim de minha autoria.
Comentários
=)
Beijos amigo, saudades!
Beijos amigo, saudades!