
O Tempo nos pede ágio
A Vida nos cobra pedágio
O Amor nos propõe o contágio
Mas é a paixão que nos tira o fôlego
Faz revirar os olhos, dá calafrios...
Nem sempre conseguimos
No ser amado inocular
Nossos mais belos delírios...
Se não somos correspondidos
Achamos que o fim está próximo
Que não há vida após o fim do amor.
Mas, tudo pura ilusão!
Essa asfixia interior, a dor, a febre;
O frio, a pandemia, e a alegria
Que pra sempre nos deixou...
Algumas horas, alguns dias,
O bastante para que os sinais
Do vírus da nova paixão
Arrase casas, quadras, quarteirões...
Não fuja do que você não conhece.
Enfrente, ainda que com todo cuidado,
A influenza do novo sentimento,
Pois ainda não foi comprovado
Que se morre (ainda que em vida) de amor...
Obs.: Colagem de minha autoria.
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